Hoje, no Festival da Francesinha, reencontrei o Nuno. Dele lembro-me que era uma pessoa muito doce e com uma sensibilidade muito grande. O que conseguia continuar com o mesmo sonho, a dar-lhe seguimento, noite após noite. Gostei mesmo de o ver, e foi o acontecimento novo de hoje e de há muitos anos, mais de 10. Trocá-mos n.º de telemóvel e vou tomar café a Braga, depois de vir a Lisboa.
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